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DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
Em geral, inclui-se no diagnóstico diferencial da influenza um grande número de infecções respiratórias agudas de etiologia viral. Dentre essas, destacam-se as provocadas pelo Vírus Sincicial Respiratório e pelo Adenovírus. Na influenza, os sintomas sistêmicos são mais intensos que nas outras síndromes. Em muitos casos, porém, o diagnóstico diferencial apenas pela clínica pode se tornar difícil.

Gripe / Influenza x Resfriado Comum
Apresentação
Influenza
Resfriado Comum
Quadro Clínico
Sistêmico
Local ( nariz / garganta)
Início dos sintomas
Abrupto
Gradual
Febre
Usualmente alta
Ausente / baixa
Sintomas
Calafrios, mialgia, queda do estado geral, tosse, dor de garganta
Coriza, congestão nasal
Grau de Exaustão
Importante
Leve / moderadas
Evolução
1 a 2 semanas: comumente evolui com tosse, podendo estender-se
rápida recuperação
Complicações
Severas: ex: pneumonia
Leves / moderadas
Ocorrência
Sazonal, outono, inverno
Todo Ano

O diagnóstico definitivo pode ser realizado por métodos sorológico (pesquisa de anticorpos ou antígenos no sangue) ou pela presença direta do agente viral.

A detecção do vírus por isolamento, pesquisa de antígenos virais ou ácido nucléico são os principais métodos para o diagnóstico desta infecção. O diagnóstico sorológico tem como base a pesquisa de anticorpos contra o vírus influenza, particularmente a HA, ou para nucleoproteínas. Grande parte do conhecimento sobre as pandemias de influenza vem do estudo sorológico de pessoas que sobreviveram as mesmas.

   
         
Última Atualização: 25/7/2008